Não percam, Pedagogia em Foco!
Evento produzidos pelos professores e alunos do curso de Pedagogia da Universidade Estácio de Sá, campus Jacarepaguá.
De 8 a 15 de maio
Manhã
8h ás 11h
Noite
19h ás 22h
Tema Educarte - Educar com Arte
EDUCAÇÃO. O PROFESSOR EM CONSTANTE TRANSFORMAÇÃO
Este blog destina-se à reflexão dos professores habilitados para os segmentos: Educação Infantil e Ensino Fundamental I podendo ser utilizado também para os outros segmentos e na modalidade EAD.
sábado, 28 de abril de 2012
sábado, 18 de dezembro de 2010
Mensagem de Natal
F oi numa noite assim, repleta de silêncio e beleza
E m uma simples estrebaria, que o menino Jesus nascia
L á no céu de Belém, a estrela do oriente surgiu
I mediatamente chegaram os pastores das redondezas
Z elando pelo menino, estavam José e a mãe Maria.
N o presépio do mundo, eis a luz que é Jesus
A njos a cantar no humilde lugar
T rês reis de terras distantes adoraram a criança
Ajoelhando e ofertando humildade e esperança
Lhe ofereceram presentes de muito valor
O que podemos desejar a você,
Que esteve conosco o ano inteiro,
Que nos ajudou a ser quem somos,
Senão que esteja conosco no próximo ano,
Ajudando a construir essa nossa história?
A njos a cantar no humilde lugar
T rês reis de terras distantes adoraram a criança
Ajoelhando e ofertando humildade e esperança
Lhe ofereceram presentes de muito valor
O que podemos desejar a você,
Que esteve conosco o ano inteiro,
Que nos ajudou a ser quem somos,
Senão que esteja conosco no próximo ano,
Ajudando a construir essa nossa história?
Simone Nunes - dez 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
O NOME DA ROSA
Ficha Técnica
Título Original: (Der Name der Rose)
Título em Inglês: (The Name of the Rose)
País: Fra/Ita/Ale
Ano de produção: 1986
Duração: 130 min.
Gênero: policial/suspense
Distribuição: Globo Vídeo ou Flashstar Vídeo
Direção: Jean-Jacques Annaud
Elenco: Sean Connery, F. Murray Abraham, Christian Slater.
Sinopse
O ano é 1327. Representantes da Ordem Franciscana e a Delegação Papal se reúnem num monastério beneditino para uma conferência. Mas a missão deles é subitamente ofuscada por uma série de assassinatos. Utilizando sua brilhante capacidade de dedução, o monge franciscano William de Baskerville, auxiliado pelo noviço Adso de Melk, se empenha para desvendar o mistério. Mas antes que William possa completar sua investigação, o monastério é visitado pelo seu antigo desafeto, o inquisidor Bernardo Gui. O poderoso inquisidor está determinado a erradicar a heresia através da tortura e se William, o caçador, persistir na sua busca, também se tornará caça. Mas à medida que Bernardo Gui se prepara para acender a fogueira da Inquisição, William e Adso voltam à biblioteca secreta e descobrem uma extraordinária verdade.
Fonte: http://www.webcine.com.br/filmessi/nomerosa.htm
Resenha
A história se passa no séc. XIV, num mosteiro italiano, onde estavam ocorrendo mortes misteriosas, que estavam sendo “explicadas” como causadas pelo demônio.
Além de mostrar como viviam os monges daquela época, o filme retrata como a igreja reprimia qualquer conhecimento que pudesse contestar seus próprios ensinamentos.
A trama está relacionada ao tema do riso, que era proibido na época, por ser considerado uma manifestação do diabo, segundo os monges beneditinos. E um livro escrito pelo filósofo grego Aristóteles sobre este assunto, o riso, está na verdade ligado às tais mortes misteriosas.
A explicação para as mortes começa a ser revelada quando o monge franciscano e renascentista Willian de Baskerville, que se utilizava da ciência, e consequentemente da razão, para dar solução aos mistérios, descobre uma biblioteca cheia dos livros ditos proibidos, onde havia o maior acervo cristão do mundo e apenas alguns monges a ela tinham acesso.
Com o desenrolar dos fatos, que passam até mesmo por um episódio do tribunal da inquisição, a verdade é revelada, deixando a igreja numa situação muito delicada.
O filme nos revela o pesado jugo da Igreja Católica quanto à disseminação do conhecimento que não viesse dela própria, e também chama nossa atenção para a seguinte questão: para que a verdade seja alcançada, precisamos ter a mente aberta ao conhecimento.
Resenha do Filme Sociedade dos Poetas Mortos
SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
Ficha Técnica
Título Original: (Dead Poets Society)
País: EUA
Ano de produção: 1989
Duração: 128 min.
Gênero: drama
Distribuição: Abril Vídeo
Direção: Peter Weir
Elenco: Robin Williams, Robert Sean Leonard, Ethan Hawke e Josh Charles
Sinopse
Quando o carismático professor de inglês, John Keating (o vencedor do Oscar, Robin Williams), chega para lecionar num rígido colégio para rapazes, seus métodos de ensino pouco convencionais transformam a rotina do currículo tradicional e arcaico. Com humor e sabedoria, Keating inspira seus alunos a seguirem os próprios sonhos e a viverem vidas extraordinárias. Sociedade dos Poetas Mortos, um dos mais comoventes campeões de bilheteria dos últimos anos, emocionou o público e a crítica com seus desempenhos brilhantes, sua história arrebatadora e sua grande produção.
Resenha
O filme Sociedade dos Poetas Mortos conta a história de um colégio para meninos, muito tradicional, que visa apenas preparar seus alunos para as melhores universidades. Mantidos sob muita disciplina ̶ que, aliás, é um dos seus quatro pilares, sendo os outros três a honra, a excelência e a tradição, os alunos não têm vontade própria ̶ não podem decidir seu futuro, e ainda são massacrados pela autoridade dos pais e dos professores/dirigentes da instituição. A esse cenário chega um ex-aluno, agora professor de Inglês, que é nada convencional.
Sr. Keating, belamente interpretado por Robin Willians, ensina aos alunos muito mais que conteúdo para entrar nas melhores faculdades. Ele os ensina a pensar, a amar a poesia e a aproveitar o dia (carpe diem), vivendo cada instante com verdadeira paixão.
Os alunos se encantam com o novo professor, e investigando seu passado na escola descobrem, entre suas paixões, a “Sociedade dos Poetas Mortos”. Indagado pelos alunos, o sr. Keating explica aos jovens que a Sociedade era um grupo de rapazes que se reuniam à noite em uma caverna próxima ao colégio para ler poesias. Os alunos resolvem reviver essa sociedade e a partir daí começam mudanças significativas de comportamento. Com essa nova visão, eles começam a expressar suas opiniões e se dão o direito de sonhar.
A repressão é imediata, o corpo docente se levanta contra as inovações dos alunos e saem à caça dos líderes, e a culpa recai no professor Keating.
O filme mostra a responsabilidade que está sobre os ombros dos educadores, que precisam formar pensadores num mundo onde a maioria é educada para serem apenas marionetes nas mãos daqueles que detêm o poder.
O filme se refere à ESCOLA TRADICIONAL, por exemplo, nas seguintes cenas:
Cena 1 ð As aulas de Química, Latim e Matemática, onde os alunos são entregues a questionários e infindáveis repetições;
Cena 1 ð Professores autoritários, que se comportam como os únicos detentores do conhecimento;
Cena 3 ð No diálogo entre o professor Keating e o professor de Latim, quando este fala que os alunos não são capazes de criar seus próprios poemas. Segundo ele, os alunos são incapazes de pensar por si próprios.
O filme se refere à ESCOLA NOVA, por exemplo, nas seguintes cenas:
Cena 1 ð A primeira aula do professor Keating, de Inglês, já demonstra a diferença no tratamento dado aos alunos (respeito, incentivo, liberdade de criação etc.) e a forma como ele ministra a aula, contextualizando e, assim, dando sentido ao conteúdo. Sua atuação de educador vai impressionando os alunos a cada aula. Esse professor tem outra visão do que seja educar.
Cena 2 ð A aula onde os alunos recitam suas criações poéticas e o exercício de motivação que o professor faz com o aluno que tem dificuldade de se expressar. Ele acredita na capacidade desse aluno e trabalha a insegurança dele, alcançando um ótimo resultado.
Cena 3 ð O jogo de futebol, onde o professor se diverte junto com os alunos, e quando ele usa o jogo com bola para trabalhar sua disciplina.
Resenha do Livro Pedagogia da Autonomia
RESENHA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (146 páginas.)
Neste livro o autor destaca a importância de se estar bem preparado para exercer a profissão de docente. Segundo ele, há exigências que precisam ser atendidas para que a prática educativa não seja apenas uma transmissão de conhecimentos, sem significados e reais responsabilidades. Ele aborda de maneira simples o dia-a-dia da sala de aula ressaltando a importância da formação docente e do relacionamento educador/aluno na busca de um aprendizado de qualidade.
O livro é dividido em três capítulos. No primeiro o autor ressalta os papéis dos dois autores da construção do conhecimento. “Não há docência sem discência. Para ele, o docente precisa estar preparado para aguçar a curiosidade dos discentes e para que isto aconteça é de suma importância o desenvolvimento afetivo na relação professor/aluno. “A reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blablablá e a prática, ativismo” ( p. 22). E ainda : “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” (p. 23). Segundo Freire somos seres inacabados, estamos em um processo de construção/reconstrução, o tempo todo; tanto alunos quanto professores.
No segundo capítulo continua sua ênfase na formação docente que reúna as qualidades de respeito e valorização dos saberes pré-adquiridos pelos alunos. O professor deve ter a visão de que seu aluno deve ter uma formação integral e se tornar um cidadão crítico que prima pela ética. O educador deve sempre estar aberto às indagações, curiosidades e porque não às críticas dos seus alunos já que como o autor declara, o professor progressista precisa saber que: “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção... ensinar não é transferir conhecimento” (p. 47).
No terceiro capítulo Freire nos revela que educar não é para qualquer um pelo fato de que se o indivíduo deseja ser um educador de fato, precisa levar a sério sua formação, pois segundo o autor: “a incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor” (p. 92). Neste capítulo também nos chama atenção a questão da liberdade versus autoridade, muito bem desenvolvida aqui. Ele deixa claro a necessidade de limites e fundamenta a questão principal e tema de seu livro: a autonomia do sujeito. Mais uma vez Freire acerta ao declarar que: “Ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se constituindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomada. E ainda: É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, vale dizer, em experiências respeitosas da liberdade” (p. 107).
Paulo Freire deixa claro o verdadeiro sentido da educação que é a transformação do indivíduo/discente em cidadão autônomo, ou seja, aquele que é capaz de reconhecer uma situação/problema, analisar as questões inerentes a ela, sentir-se responsável diante dela e com todo respeito ao ponto de vista do outros, buscar a melhor solução, ainda que ela venha a partir da cooperação e reciprocidade daqueles que estão a nossa volta. Finalizando o autor fecha brilhantemente quando diz que não lidamos com coisas mais com seres humanos (p.144).
A leitura deste livro foi muito válida porque pude enxergar muitos equívocos em minha prática educativa anterior. Apesar de alguns aspectos que sempre considerei importantes estarem bem claros no livro e efetivados em minha prática educativa, pude perceber que ainda há muito que aprender o que, aliás, deve ser uma prática constante na vida do educador. Já que o ensinar inexiste sem o aprender (p. 23).
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Minha História na área de Educação
A EXPERIÊNCIA É RECENTE, MAS O SONHO NÃO
Minha experiência em EAD é bem recente, mas meu sonho de ser professora, não. As primeiras lembranças que tenho sobre isso são de quando eu tinha 8 anos. Lembro-me dos meus colegas de classe à volta de mim para que eu os ajudasse nas tarefas escolares. Sempre colaborei com minha turma, em todas as séries, e a partir da 5ª série (hoje 6º ano) tornei-me monitora da classe nas matérias de Matemática e Inglês. Sempre sonhei ser professora e buscava uma forma de ensinar diferente. A vida deu muitas voltas inclusive tive um professor que me perguntou o que eu estava fazendo no curso normal. Segundo ele eu era muito inteligente para estar ali, infelizmente levei aquela fala a sério e segui por outros caminhos, mas algo não estava completo em mim. Acabava mudando de área, fazia cursos e mais cursos para tentar descobrir meu caminho. Sempre gostei de todas as matérias, mas Matemática, Biologia e História sempre foram minhas favoritas. Em 2005 conheci e fiz o meu primeiro curso a distância. Quando comecei o curso, confesso que não achei que seria tão proveitoso para mim. Eu tinha que estudar muito em casa, apesar de ir ao curso 3 vezes por semana, pois era na modalidade semipresencial Quando terminei o curso já estava contratada por uma escola. Antes ainda de terminar o curso eu já estava matriculada na Faculdade de Pedagogia, também no modelo EAD pela UCB. Vejo que ganhei bastante, pois os cursos a distância nos ensinam a pesquisar e a caminhar com muito mais independência. Como já fiz outra faculdade (Física, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro) acho que posso ousar na comparação. Apesar disto, acabei não concluíndo esta Faculdade. Senti falta da interação com os professores. Acho que alguns modelos de EAD servem melhor para cursos de pequena duração. Quem tem pretensão, como eu de seguir nos estudos e mesmo chegar ao doutorado, ainda deve optar pela modalidade presencial. Fiz vários cursos nesta modalidade e me especializei na plataforma Moodle. Hoje faço Pedagogia na Universidade Estácio, tenho ótimos professores. Tenho também uma aula teletransmitida, mas num formato muito melhor e bem diferente daquele que conheci na outra instituição. Já atuei no desenvolvimento de projetos para Cursos a Distância, com o suporte da plataforma Moodle. Somente na área de educação já coordenei uma equipe de professores, dei aulas de Inglês (apenas para o Ensino Fundamental I), lecionei Música (apenas para Educação Infantil e Ensino Fundamental I) e fui tutora num curso a distância de três turmas de EJA (Ensino Médio), onde fui responsável pelas disciplinas de Português, Literatura, Matemática, Física, Química e Biologia. Tenho aprendido muito a cada dia, e estudado muito também. Acredito muito nos resultados da EAD, pois penso que no futuro essa modalidade de ensino tende a ocupar uma fatia cada vez maior entre os diversos métodos hoje vigentes.
Simone Nunes
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